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Um sistema de transmissão é constituído por um conjunto de linhas de transmissão e subestações que desempenham o papel de ligação entre a geração e a distribuição de eletricidade.
Essa descrição funcional do sistema de transmissão o coloca como um elo, que tem como principal função realizar a distribuição espacial da energia gerada, interligando as usinas às subestações de distribuição, propiciando, assim, a otimização do uso da energia primária empregada na geração de energia elétrica.
A linha de transmissão atravessa os seguintes
municípios no estado do Rio Grande do Sul:
Uruguaiana, Alegrete, Itaqui, Maçambará,
São Borja, Itacurubi, Bossoroca, São
Luiz Gonzaga, Cabaité, Vitória das
Missões, Santo Ângelo, Giruá
e Santa Rosa. |
PARÂMETROS BÁSICOS
| ITEM |
PARÂMETRO |
LT 60 Hz |
| 01 |
Nome da LT |
UTE Uruguaiana – Maçambará |
| 02 |
Terminais |
UTE Uruguaiana (RS) / SE Maçambará (RS) |
| 03 |
Classe de Tensão |
230 kV |
| 04 |
Tipo de LT |
AÉREA CONVENCIONAL |
| 05 |
Cabo Condutor |
1 x 1.113kcmil BLUEJAY |
| 06 |
Cabos Para-raios |
- 3/8” EAR
- DOTTEREL – 176,9 kcmil (nas proximidades das SE’s) |
| 07 |
Corrente Nominal |
- 1050 A |
| ITEM |
PARÂMETRO |
LT 60 Hz |
| 01 |
Nome da LT |
Maçambará – Santo Ângelo |
| 02 |
Terminais |
SE Maçambará (RS) / SE Santo Ângelo (RS) |
| 03 |
Classe de Tensão |
230 kV |
| 04 |
Tipo de LT |
AÉREA CONVENCIONAL |
| 05 |
Cabo Condutor |
1 x 1.113kcmil BLUEJAY |
| 06 |
Cabos Para-raios |
- 3/8” EAR
- DOTTEREL – 176,9 kcmil (nas proximidades das SE’s) |
| 07 |
Corrente Nominal |
- 830 A |
| ITEM |
PARÂMETRO |
LT 60 Hz |
| 01 |
Nome da LT |
Santo Ângelo – Santa Rosa |
| 02 |
Terminais |
SE Santo Ângelo (RS) / SE Santa Rosa (RS) |
| 03 |
Classe de Tensão |
230 kV |
| 04 |
Tipo de LT |
AÉREA CONVENCIONAL |
| 05 |
Cabo Condutor |
1 x 715,5 kcmil STARLING |
| 06 |
Cabos Para-raios |
- 3/8” EAR
- DOTTEREL – 176,9 kcmil (nas proximidades das SE’s) |
| 07 |
Corrente Nominal |
- 880 A |
FAMÍLIA DE ESTRUTURAS E PERFIL
- UEL - Estruturas estaiadas, tipo monomastro, para cadeias de isoladores em suspensão, são as estruturas predominantes da linha.
- USL - Estruturas autoportantes leves, tipo monomastro, para cadeias de isoladores em suspensão, são utilizadas em terrenos com desnível onde é necessário maior apoio para a estrutura.
- USR - Estruturas autoportantes, tipo monomastro, para cadeias de isoladores em suspensão, são utilizadas em vértices da LT onde os ângulos são menores do que 5o.
- UAA - Estruturas autoportantes, tipo monomastro, para cadeias de isoladores em ancoragem, são utilizadas em vértices da LT onde os ângulos são menores do que 15o.
- UAT - Estruturas autoportantes, tipo monomastro, para cadeias de isoladores em ancoragem, são utilizadas em vértices da LT onde os ângulos são menores do que 60o e como estruturas de fim de linha.
CADEIAS DE ISOLADORES
| ITEM |
PARÂMETRO |
DEFINIÇÃO |
| 01 |
Carga Mecânica de Ruptura |
120 kN |
| 02 |
Engate Concha-Bola |
IEC 60120 – 16A |
| 03 |
Diâmetro do Disco |
254mm |
| 04 |
Passo |
146mm |
| 05 |
Distância de Escoamento |
320mm |
| 06 |
Quantidade de Isoladores por Cadeia |
- 16 para cadeias de suspensão
- 17 para cadeias de ancoragem (2 pencas) |
| 07 |
Dielétrico |
vidro temperado ou porcelana |
| 08 |
Campânulas |
ferro fundido maleável ou nodular, zincado por imersão a quente |
| 09 |
Pinos |
aço forjado, zincado por imersão a quente |
| 10 |
Cupilhas |
aço inoxidável AISI 301, 302 ou 304 |
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